A
IGREJA DO TEMPO DO FIM
Uma
Igreja com um chamado especial. Estamos num tempo especial
da história. Somos uma geração profética,
avistada por muitos de longe (Hebreus 11.13), vivendo num
tempo profético. Uma Igreja de um tempo especial,
pois, certamente também é especial. E é
assim que percebemos características bem particulares
para esta Igreja, - a Igreja do tempo do fim - no início
de mais um milênio.
Esta
Igreja está baseada no tripé:
1.
SALVAÇÃO EM MASSA
Pregação do evangelho em grande escala, como
nunca antes ocorreu;
2.
CRESCIMENTO ESPIRITUAL
Avivamento, com abundância de revelações
da Palavra de Deus e dos dons do Espírito Santo,
restauração, santidade, maturidade;
3.
ENVOLVIMENTO COM ISRAEL
Visão profética bíblica clara, conhecimento
dos planos de Deus para com os judeus e o seu País,
quebra de barreiras de relacionamento, amor e misericórdia
por Israel;
Este
crescente movimento na Igreja Evangélica em torno
de Israel, será modismo ou cumprimento profético?
Vemos
claramente este movimento como cumprimento de Efésios
2:11-22, que afirma que "De AMBOS OS POVOS Ele (Jesus)
fez UM". Isso implica que judeus e gentios, em Jesus,
têm mesmo que dar as mãos e reconhecer que
é o mesmo Deus quem os chama e abençoa, o
Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Estamos dentro
do chamado II Êxodo, ou seja, no tempo do grande retorno
dos judeus para a terra de Israel, e muitos Ministérios
Cristãos tem sido levantados ao redor da terra, não
só para ajudar os judeus a voltarem para a terra
de seus pais, mas também despertar a Igreja para
o amor, socorro e intercessão por Israel. E tudo
isso movido pelo próprio Espirito Santo, porque é
tempo desta unidade Igreja -Israel se efetivar e, com isso,
apressar a volta do Messias de Israel, Jesus, que trará,
por fim, a redenção de toda a terra.
E
sempre gostamos de enfatizar que a nossa proposta não
é "judaizar" a Igreja, nem "cristianizar"
o judaísmo, mas levantar a consciência do papel
da verdadeira Igreja com relação a Israel
e contribuir, assim, para a redenção espiritual
do povo judeu.
O
apóstolo Paulo nos esclarece com precisão
este modelo de Igreja:
"Porque não quero, irmãos, que ignoreis
este mistério (para que não sejais presumidos
de vós mesmos), que o endurecimento veio em parte
sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja
entrado; e assim todo o Israel será salvo..."(
Romanos 11.25,26). Caminhamos para essa plenitude e falando
da necessária e profetizada redenção
do povo de Israel, que, segundo Paulo, é um mistério
o qual não podemos ignorar, precisamos entender que
o nosso trabalho como Igreja hoje é muito necessário
para o cumprimento profético acerca dessa nação.
PLENITUDE
aí significa grande mover evangelístico, com
o alcance dos povos gentílicos de todas as Nações,
até os confins da terra (CRESCIMENTO NUMÉRICO)
e maturidade espiritual, avivamento (CRESCIMENTO QUALITATIVO).
E
estas são, sem dúvida, as marcas da Igreja
de Jesus do tempo do fim. E os que não estão
inseridos neste contexto, ou não são parte
da verdadeira Igreja, ou estão andando como ovelhas
perdidas e precisam voltar ao aprisco e se adequar, para
não "perder o trem da história".
Israel
é essencial
Mas o apóstolo Paulo não parou aí.
Ele afirma que quando esta plenitude da Igreja gentílica
se manifestar, a redenção de Israel acontecerá.
E isso porque é exatamente neste contexto de plenitude,
que se expressa muito bem na maturidade, que a Igreja descobre
a necessidade do terceiro "pé" - ISRAEL.
A
Igreja madura, pois, enxerga com clareza o Plano de Deus:
No início, a luz saindo dos judeus, de Israel, em
direção aos gentios, para todo o mundo. Mas
hoje, a luz deve sair da Igreja Gentílica em direção
a Israel.
Isso
nos leva de volta a Romanos 11:
"...veio a salvação aos gentios para
pô-los em ciúmes...assim também estes
(judeus) foram desobedientes, para também alcançarem
misericórdia pela misericórdia a vós
(gentios) demonstrada". (vers.11 e 31).
Significa,
portanto, que, por um tempo, Deus endureceu os judeus (ver.8)
para atrair os gentios. Mas agora Ele planejou atrair os
judeus através da Igreja Gentílica e é
ela, por ordem de Deus, que deve tomar a iniciativa de quebrar
as barreiras que a separam de Israel.
Voltando
à idéia do tripé: SALVAÇÃO
- CRESCIMENTO ESPIRITUAL - ISRAEL - vemos que estas três
características são imprescindíveis
para a Igreja do tempo do fim e "quem tem ouvidos,
ouça o que o Espírito diz às igrejas!"
Fazendo
uma analogia prática, podemos comparar estas três
marcas que devem compor a verdadeira Igreja de Jesus desta
geração com um banquinho de três pés.
Os três pés dão uma sustentação
perfeita. Mas, se tirarmos um pé, o banquinho cai.
Também se um dos pés estiver menor do que
o outro, o banquinho ficará, por assim dizer, "manco".
Da
mesma forma, esta Igreja tem que ter, necessariamente, os
três pés e todos do mesmo tamanho, pois todos
têm a mesma importância vital: preparar uma
esposa verdadeiramente ataviada para as "Bodas do Cordeiro".
As três características da Igreja do tempo
do fim, portanto, têm que ser edificadas e com a mesma
intensidade e dimensão. E é o Senhor mesmo
quem está trazendo os instrumentos para esta edificação,
através da revelação da Palavra de
Deus e dos seus servos, os profetas, porque "certamente
o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem ter
revelado os seu segredo aos servos, os profetas" (
Amós 3.7)
Quão
grande é, pois, a nossa responsabilidade mediante
o privilégio de vivermos neste tempo. Por certo há
chamados bem específicos dentro de cada uma destas
áreas de atuação da Igreja desta geração
e cada um deve ser respeitado, incentivado e abençoado,
apesar das diferentes facetas.
Mas,
como um todo, a verdadeira Igreja de Jesus precisa estar
consciente da amplitude deste chamado divino global para
o Seu Povo e posicionar-se favoravelmente, quer por orações,
quer por palavras ou atos, sem contudo perder sua identidade.
Onde você está engajado?
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